Vamos para as minhas primeiras sensações de amar... alguém
Suely...
Filha do Sampaio, nosso conhecido que era amigo de meu pai... ela tinha cerca de 1 ano a mais do que eu... e fui conhecê-la em sua casa numa visita simples de criança... e aprendi a dividir a sua bicicleta que na verdade era um triciclo que eu adorava curtir e ela me emprestava...
E assim aprendi a dividir com ela o prazer de descer ladeiras ígrimes... com o risco de cair e se machucar... mas achava que este prazer era incrível... e ainda na garupa a minha amiga...
Brincávamos pela manhã... pela tarde... mas um dia depois alguns meses ela foi embora para o Paraná...
Naturalmente não foi amor a primeira vista... mas talvez pelos folguedos de juntos participar a gente se gostou sem medo de ser feliz... e foi a primeira menina me meu coração ainda infantil... pois se tinha algo de no máximo 4 a 5 anos... foi e será a primeira lembrança de que somente o amor constrói!!!
Joana....
Essa menina tinha pelo menos 8 anos mais do que eu... e ela era a empregada da minha avô Palmira, e assim ela trabalhava para ela todos os dias da semana....
Mas um dia ela faltou pela manhã... e como morava no sitio onde eu também morava.... fui chamá-la pois a minha avó queria que ela viesse ajudar...
No caminho vinha eu de mãos dadas... pois ela me tratava como se fosse o seu namorado, mas ela já tinha seus 14 anos... e ela me encantava pelo seu jeito de mulher feita... adorava mexer em sua saia para ver sua calcinha de algodão feita com sacos de farinha, açúcar como é costume no interior... pois ninguém consegue comprar tais lingeries que são luxos para quem vive nas fazendas do interior...
Ela achou que eu era maluco... querendo ver sua calcinha... e ela me perguntou um dia se eu queria fazer alguma coisa com aquilo que eu queria ver... e me lembro ela indo atrás do pé de café bem próximo de nossa casa... abaixando a sua calcinha... e fazendo xixi... e eu olhava escondido vendo aquela manchinha escura sobre uma fenda diferente do meu sexo...
Naquela manhã entre a casa dela e a nossa casa, paramos num rebaixo da baixada... onde tinha uma nascente... e arreia suficiente para a gente se sentar e eu com os meus 6 anos perguntar se ela queria fazer amor comigo... precoce demais...
Mas era algo como se fosse uma loucura de ver a minha tia, ficar estudando na sala... e eu ficar debaixo da mesa vendo ela sem a calcinha dela... e via aquela fenda... aberta... e via aquilo como se fosse prazeiroso masturbar... mas não tinha nem sêmen e apenas uma aguinha enbranquiçada... que já era algo como se fosse um esperma em formação... e quantas e quantas vezes fiquei apreciando aquelas pernas abertas...
Quando a Joana, olhou para o meu pênis ela riu e fiquei sem graça... me senti humilhado, pois ela achou muito fininho e pequeno... bem menor do que do seu namorado... que naturalmente ela já havia feito sexo com ele... pois ela tinha 14 anos e ele 18 anos de malandragem...
Mas ela não se fez de rogada... e puxou e me fez o meu primeiro boquete... ao vivo e a cores... em meio a uma natureza longe dos olhos de estranhos... a não ser pássaros e sapos ali próximos que talvez... não poderiam testemunhar daquele momento sem par...
Claro que ele endureceu e ficou maior mas jamais do tamanho de seu namorado... e ela sugou toda a aguinha embranquiçada e até achou de gosto parecido do gozo de seu namorado...
Terminamos e ela simplesmente disse para eu nunca contar a ninguém... afinal seria um segredo entre nós para até o final de nossas vidas...
Chegamos até a minha avó que queria saber porque demoramos tanto?
- Nada... võ... é que tivemos que dar uma volta enorme pela estrada... e não cortamos o caminho pela pasto... pois o boi estava no pasto!!!
- Ah... tudo bem... nunca passe pelo pasto quando o boi estiver solto, viu meu neto querido!!!
Mal sabia ela que o boi era o namorado da Joana... que eu com meus 6 anos botei um baita chifre no namorado da Joana... pena que ainda não era o suficiente para invadir a sua fenda...
Passaram os anos... e fui embora para a cidade e nunca mais soube da Joana, pois soube que ela casou com aquele garoto... e também foram embora da fazenda a busca de novos rumos em sua vida de casal... soube que teve 4 filhos lindos... mas nenhum com os meus olhos amendoados e nem sei por onde andam... mas é a melhor lembrança dos meus 6 anos de idade...
Laura.... e Mercedes...
Foram as duas meninas loiras de minha vida... sim no meu primeiro ano escolar do primeiros passos de um menino que mal falava o português... pois fui criado nos costumes tradicionais japoneses... e falava fluentemente em japonês... mas em português era uma negação...
Assim a professora Maria Luiza... que foi a professora do primeiro ano... ela nos fez sentar cada menino com uma menina... e assim sentei com a Laura... que não era tão bonita como a sua irmã Mercedes...
Que nas horas de folguedo passava os meus momentos com a Mercedes, colhia as amoras mais tenras para ela.. mesmo arriscando a cair do galho que são bem fracas e dobram facilmente... assim colhia as amoras e dava para as duas... mas com todo o meu carinho para a Mercedes, que foi realmente o meu primeiro amor... e amor a primeira vista... sonhava com ela todas as noites...
Assim foram dois anos de escola primaria... e devido a minha dificuldade em português... naturalmente fui reprovado na matéria.... e ela bem loira e meio burrinha mas linda também foi reprovada... e assim no segundo ano... fomos colegas mais assíduos nas nossas aulas e nos nossos folguedos... sempre a vista da professora que me adorava... como se fosse filho...
Talvez por ser muito precoce... tinha pela Mercedes um amor infantil, mas pela a professora um amor carnal e quase sexual ... pois sabia que ela era desquitada... e naquela época ser desquitada era um defeito grave... e as mulheres não eram bem vistas... e ela devido a falta de alguém para cuidar dela... acabou morrendo com tuberculose... e eu estive presente na Santa Casa de Misericórdia de Martinópolis, 5 anos mais tarde... quando soube de sua doença e que estava em estado terminal no hospital... fui até lá me despedir da minha primeira professora e talvez a primeira pessoa que me ensinou o que é o amor... platônico... amor verdadeiro... e amor sem preconceitos...
Assim no terceiro ano primário... fui embora para a cidade pois o meu pai brigou com os irmãos e dividiu a sociedade, e ele pegou a sua parte... e comprou uma loja de produtos para animais e como se chama Selaria... Alagoana... pois quando fui trabalhar nesta Selaria com o velho Sr. Manoel... ele já tinha seus 80 anos e me ensinou como vender... e me tornei um vendedor exemplar....
Me aconselhou que o meu pai devia comprar a Selaria e eu devia continuar nas vendas que viria a ser um bom vendedor pois tinha queda para atender bem os clientes e era bem esperto para pedir para o cliente pegar as peças pesadas e quando o cara não queria levar que recolocasse no lugar em que estava antes de ser descido para que ele escolhesse...
Assim fomos morar na cidade na época tinha os meus 10 anos ... para 11 ano... estudei na escola do primeiro grau Dona Adelaide Cesar Moura Bastos, que era esposa do Dr. Oswaldo que fez o meu parto e me acompanhou durante os meus difíceis anos de infância... pois além de ter uma saúde preocupante tinha pouco anti-corpos para infecções... e íngua... era comum... e qualquer ferida se tornava uma grande dificuldade para se curar... mas o tempo foi passando e fui crescendo...
Adorava as minhas professoras... mas nem tanto os meus professores... Dona Leda, foi a mais bela... pois tinha sido a Miss Martinópolis e eu ficava extasiado em vê-la dar aulas com aquele corpo fenomenal....com aquele vestido de veludo verde...
Até que um dia ao atravessar a rua o Sargento da Policia Cívil... que era super simpático... me disse...
- Soube que você anda paquerando a minha filha... quais são as suas intenções heim... meu filho?
- Quem... eu.... ????perguntei assustado
- Sim você garoto... a minha filha é a Leda ... sua professora.
- Ah... desculpe... não sou eu não!!!! e sai correndo....sei que passei a ter medo de ver o Sargento ali na esquina que atravessava uma quadra antes para não ter que passar por ele...
Mas quando cresci acabei encontrando com o Sargento na delegacia, pois eu prestava serviços como ajudante no escritório de despachos de documentação de veículos, e assim acabaria acontecendo de rever o sargento por várias vezes...
- Vou te pegar... seu garoto safado... e ria....
- Mas eu não fiz... nada!!!!
- Por isso mesmo!!!! Devia ter feito... pois assim você seria o meu genro e eu avô de seu filho!!!!
Anos se passaram e soube que a Leda casou com um militar também... como costume nas famílias de militares...
Nunca mais soube deles... pois quando fui cursar o ginasial... conheci gente nova... e morando mais tempo na cidade acabei conhecendo novas pessoas lindas... e Sonia que tinha sido mais linda da minha escola foi uma das minhas paixões... mas ela teve que se mudar pois seu pai era militar e foi transferido para uma tal cidade de Conchal... que nunca mais soube dela...
Aprendi a relacionar com pessoas lindas como a Rosa Achidate, que era uma nissei muito bonita e ela foi uma das melhores amigas da minha vida escolar... pois quando eu faltava ela emprestava seu caderno para eu copiar...
E assim acabei ajudando ela casar o seu irmão com a minha tia... sim aquela que quando era criança eu ficava masturbando debaixo da mesa de estudos dela...
Acredite se quiser... algumas das minhas paixões foram tolas... e nem tive nenhum contato sexual... pois no máximo era roubar beijos e a gente se sentia já comprometido... era uma fase em que jovens eram tão inocentes que hoje seriam sem dúvida babacas... ou assexuados... exatamente como anjos...
Salete... Sonia.... Rosa... Josefina... Alice... Elza... são tantos nomes... e ficaria difícil se lembrar detalhes de cada uma delas...
Mas foram os meus bons tempos de juventude... ou dos tempos da brilhantina ou do loção Juvênia...
Fico a imaginar que ainda se morasse por lá ... teria me casado com alguma dessas meninas...
Que pena que não me envolvi o suficiente com nenhuma delas para poder contar algo diferente... mas não esqueço... uma delas
Prefiro não dizer o nome... pois hoje ela casou com um primo meu... e estive no casamento dela... e ela ficou ruborizada quando apareci em sua festa de casamento...
- Não vai contar para o meu noivo o que nós fizemos quando éramos crianças... vai???
- Vou sim... só para saber se ele te ama de verdade!!!!
- Te mato se tu contares... pois a gente era criança... e na verdade não aconteceu nada!!!!
Mas me lembro como se fosse agora... na volta de um folguedo... eu e ela estávamos naquela nascente... isso mesmo onde a Joana me fez um boquete... e disse que era insuficiente para fazer amor com ela...
Assim convidei ela a tirar a roupas para a gente brincar ali na nascente... e eu quis imitar os cães... de ela ficar de quatro e eu por trás dela.. colocar o meu pênis naquela vagina ainda sem pelos... pois ela tinha se muito seus 7 anos de idade... mas estávamos assim num coito como dois cães... quando aparece...
- O que vocês estão fazendo ai... seus piralhos???? Era o meu avô....
- Nada... vovô... só brincando de cachorrinho!!!!
- Mas pelados, você merece apanhar e vai ser agora....
Me pegou no colo, enquanto a menina se vestiu correndo e correu para sua casa pois era morava vizinha a uns 4 km dali...
Apanhei de várias palmadas doloridas nas minhas nádegas que estavam nuas e sem proteção da calça... pois nessa época eu não usava cuecas...
Dias depois o meu pai chegou de viagem e meu avô contou para ele o que ele presenciou... e
Apanhei de novo... só que agora o meu pai pegou o cinto dele... e me bateu por vários minutos... e fiquei sem poder sentar por pelo menos 3 dias e 3 noites... e assim perdi a vontade de fazer “cachorrinho” de novo....
Mas naquele momento do reencontro... brinquei com a minha amiga e parceira da minha primeira transa.... e disse a ela... se precisar do Napoleão aqui... é so chamar... que vamos fazer ‘cachorrinhos” de novo... quando você quiser....
- Ela sorriu ... e demos um beijo molhado nos lábios... para selar o nosso segredo...
Mas a vida nos traz boas recordações da minha prima Tânia que a carreguei no colo, pois quando os meus tios quiseram se casar o meu avô não concordou de misturar as raças japonesa e brasileira... e assim fui eu que tentei convencer que já que ele viera para um país que o recebeu como um filho... não dava o direito dele proibir que brasileiros se misturassem com japoneses e viessem ter uma mistura linda e com chances de ter filhos e filhas lindas... e assim quando eles se casaram... a festa foi postergada... pois o meu avô morreu de câncer do pulmão antes do casamento marcado que teve que ser transferido para o ano seguinte...
Assim nesse casamento eu acabei conhecendo a prima da tia Alba, uma linda jovem de olhos verdes e cabelos curtos tipo chanel e que ela era alguém ainda solteira..
Aquela jovem me encantou demais que naquela semana que ela passou ali como visita e com todos os parentes que vieram com a família para o casamento... e assim eu pude amar aquela menina de 18 anos e eu com os meus 20 anos de idade, curti demais aquela prima... que soube se foi mais cedo com problema de saúde... e que Deus a tenha... pois ela se casou mas não foi tão feliz como poderíamos ter sido nós dois...
Como vivia mais na casa do meu tio Anésio e ele como meu tio sempre me manteve cativo... e eu fui o primo a carregar aquela linda criança... que nasceu deste casamento, a Tânia que hoje é uma empresária da noite em Presidente Prudente, e ela também é artista em artes plásticas e tem trabalhos maravilhosos como artista... além de linda e sensual que me encanta e me alucina quando diz com a sua voz melosa ... como vai meu primo????
Assim a minha vida foi algo que não posso reclamar pois momentos maravilhosos de vida a dois eu posso dizer que fui muito feliz na minha juventude dos bons tempos de Elvis, Beatles, Ray Charles, Neil Diamond , Paul Anka... entre outros...
Amores que posso enumerar... Eiko a cabelereira que conheci num baile do Club D Italia no centro de S. Paulo... ganhei até um disco de vinil do Roberto Carlos... o Negro Gato... e guardo como recordação... pois nunca mais soube dela... e nem se continua na profissão...
A Halue, que era uma menina tímida, que disse que não dançava... pois tinha um defeito físico de nascença que era de poliomielite... e tinha uma das pernas mais curta... mas mesmo assim a incentivei para dançar e fizemos um show de Rock no salão que ninguém reconheceu que aquela jovem tinha algo diferenciado em suas pernas... pois fizemos coisas que muitos dançarinos fariam como normais...
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